Desde que a sociedade humana começou a ter seus primeiros registros históricos devidamente salvos através dos diversos tipos de escrita, é possível estudar nestes mesmos registros a importância que a beleza masculina sempre teve para a população mundial – principalmente para as sociedades gregas e romanas da antiguidade. A estética dos homens sempre foi um assunto de muita relevância para o pensamento da época, de modo que inspirou uma quantidade incrível de pinturas, esculturas e todo tipo de obra de arte que felizmente pôde chegar até nós nos dias de hoje.

A partir de então, mais de dois mil anos se passaram e a virilidade e as características físicas típicas do mundo dos homens sempre foi muito ressaltada através da arte e da política, pois mesmo nos registros dos grandes governadores e imperadores do mundo a impressão que se tem é que além de serem os mais inteligentes, os mais estratégicos e os mais ricos, também eram os mais belos e os mais desejados de sua sociedade. A associação da beleza masculina com o seu poder bélico e político para uma determinada população sempre foi uma estratégia extremamente usada por todos os grandes governos da história da humanidade, e permanece em uso mesmo hoje em dia.

Atualmente a beleza masculina, tal como a feminina, infelizmente chegou num grau de banalização absurdo, que coloca qualquer pessoa como um modelo temporário e dita padrões estéticos que teoricamente deveriam ser seguidos pelo resto da população, mas que na verdade não pode ser alcançado pela maioria dos seres vivos comuns. Neste dilema, perde sempre o cidadão comum, que passa a se considerar feio e, com isso, baixa sua auto-estima.